Diagnóstico
Limpar, completar, e só então expandir.
Uma base que não é tratada perde valor todos os meses, e o custo não aparece em lugar nenhum: aparece na entrega que cai, no domínio que queima, no time que liga para quem mudou de emprego há dois anos.
Aqui o trabalho é operacional. A base sai melhor do que entrou, e cada alteração fica com origem declarada.
1 · Higienização
Cada registro sai classificado em uma de três situações: ainda é gente, já não é, ou nunca foi. A terceira é a que ninguém mede, e é a que mais custa.
Você recebe a base com o motivo de cada classificação, não uma nota de qualidade sem origem. O que for descartado pode ser conferido, um por um.
2 · Enriquecimento
Quem sobrou volta com o que faltava: empresa, cargo, porte, canal por onde responde. É o que transforma uma lista de endereços numa carteira que dá para segmentar.
Cada campo acrescentado carrega a fonte de onde veio. Dado sem procedência não entra, mesmo quando o preenchimento ficaria mais bonito.
3 · Expansão
Só depois de limpar e completar dá para saber quem sustenta o negócio de verdade. É esse padrão, e não o seu palpite de público, que vira critério de busca.
A partir dele a base cresce com contatos novos que se parecem com os que já valem, e o critério de semelhança fica escrito.
O que isto não é
Não é lista comprada, não é disparo, não é ferramenta para assinar depois. Base comprada já nasce morta, e é justamente o que a primeira etapa remove.
A ordem também não é negociável: expandir antes de limpar multiplica o problema e ainda cobra por ele.
Quem assina
O tratamento segue o mesmo critério de procedência dos estudos assinados por Brevvi: nenhum dado entra na base sem origem declarada.
Conversar
Me diga o tamanho da base e há quanto tempo ela não é tratada. Se não for caso para isso, eu digo na hora.
É estudo que você procura, e não tratamento de base? Ver Rastro & Sinais →