Rastro & Sinais
Quantos dos seus contatos são gente?
Você tem uma base. Não sabe quantos ainda existem, quantos abrem, quantos nunca foram pessoa nenhuma.
E a decisão de investir em cima dela é tomada assim mesmo, todo mês.
O que acontece com uma base
Base envelhece calada. Contato muda de emprego, troca de e-mail, some, e nada no sistema avisa: o registro continua lá, contando como se fosse gente.
E há o que nunca foi gente. Endereço gerado, formulário preenchido por robô, contato comprado que já nasceu morto. Isso não é falha da sua operação, é característica do meio.
O resultado é que o número cresce e a relação não. Quem lê só o tamanho da base decide errado, e não descobre por quê.
O que eu faço
Leio o que ficou e o que ainda é emitido, e separo três coisas: quem esteve de verdade, quem já não está, e o que foi fabricado.
A procedência de cada dado fica declarada. Você recebe o que a base é, não uma nota de qualidade sem origem.
O que isto não é
Não vendo lista, não vendo disparo, não prometo crescimento. Não há ferramenta para assinar depois.
É um estudo, com método declarado. O que você faz com o resultado é decisão sua, e boa parte dele costuma ser parar de gastar com quem não existe.
Quem assina
Os estudos são assinados por Brevvi, pesquisador independente de cibercultura. O método vem de um programa de pesquisa próprio, publicado e datado.
Conversar
Me conta o tamanho da sua base e o que te fez desconfiar dela. Se não for caso para um estudo, eu digo na hora.